Muito se sabe que aqueles e aquelas que chegaram a cidade de São Paulo se estabeleceram de forma difusa no territória. Assim, torna-se necessário mapear a localização destes grupos para compreender melhor a migração na cidade de São Paulo.
Em 2015, a prefeitura de São Paulo realizou uma sistematização das organizações não-governamentais, associações, coletivos, organizações religiosas e grupos artísticos formados por imigrantes ou que trabalhem com a temática migratória. O intuito é a criação de uma base de dados pública, disponível para consulta, que promoverá a articulação mais efetiva destes grupos com o poder público. O cadastro de grupos é atualizado semestralmente. Confira aqui o mapeamento finalizado no primeiro semestre de 2015. Os grupos interessados em compartilhar suas atividades podem se cadastrar aqui. Nos meses em que o formulário esteve aberto, foram recebidos cadastros voluntários
de 59 grupos cujos trabalhos estão relacionados a 29 diferentes nacionalidades/regiões ou
públicos-alvo específicos.
É criada, portanto, a primeira base de dados pública do Município com essa finalidade,
disponível para consulta.
Há também o Mapeamento de Feiras de Imigrantes na Cidade de São Paulo. É um documento produzido a partir de base online, colaborativa e de acesso público. Seu objetivo é promover a diversidade por meio da divulgação e visibilidade das diferentes culturas. Veja aqui o mapeamento já realizado. Para inclusão de novas feiras, preencher o formulário aqui.
Além desse mapeamento, há outros mapeamentos realizados pela prefeitura que podem ser conferidos aqui.
Por fim, o portal de notícias uol fez um infográfico didático mostrando a localização geográfica de alguns dos principais grupos de migrantes na cidade de São Paulo, além de ilustrar as ondas migratórias e mostrar alguns depoimentos de migrantes, vale a pena conferir aqui. Mesmo a Wikipédia contém uma interessante lista dos bairros paulistanos por imigração, confira aqui.
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