Para encerrarmos a série "Retratos da migração em São Paulo" na qual mostramos alguns dos principais redutos de migrantes na cidade de São Paulo, lançamos aqui a parte final.
Em 27 de Outubro de 1927
adotou-se como a data de fundação do Bairro de Vila Zelina após a análise
de alguns documentos e testemunho dos primeiros moradores e pessoas que
transitavam por esta região, conhecida ainda no século 19 como Baixos do
Embauba. Cláudio Monteiro Soares Filho, um dos proprietários de grande parte
dessas terras, resolveu então lotear o espaço em 1927 e vender, para que se
povoasse o local, já que em Vila Prudente, bairro vizinho, as fábricas e a
atividade comercial já eram latentes. Porém,
como Monteiro Soares Filho não tinha muito tino para a venda, delegou esta função
a um imigrante recém-chegado da Rússia, Carlos Corkisco, que instalou uma
espécie de escritório no lugar onde hoje funciona a Padaria São José, bem no
Largo de Vila Zelina. O nome "Zelina" foi em homenagem a filha
do casal de ascendência portuguesa Carlos Monteiro Soares e Zenobia Alvarenga
Monteiro Soares.
Recém chegado com outros imigrantes do leste europeu, Corkisco foi para a região do Brás e da Mooca (mais precisamente para a hospedaria dos imigrantes, que é onde todos ficavam quando chegavam ao Brasil) para fazer propaganda das novas terras à venda em um lugar bem próximo, mas bem mais tranqüilo. Como tinha fluência das línguas russa, lituana e polonesa, essas nacionalidades foram as que mais adquiriram um espaço de terra. Devido a semelhança de hábitos e tradições entre imigrantes dos países do leste europeu houve uma harmonia durante sua ocupação dos terrenos de Vila Zelina pro estas famílias compostas por integrantes de comunidades de imigrantes do leste europeu como Bielorrussos, Búlgaros, Croatas, Estonianos, Eslovenos, Húngaros, Letos, Lituanos, Poloneses, Romenos, Russos, Tchecos e Ucranianos. Já quanto a feira, deixamos para o portal “Hoje São Paulo”. A tradicional Feira do Leste Europeu é um evento temático de cultura dos países do lado oriental da Europa realizado mensalmente desde 2008. O evento é um projeto da AMOVIZA (Associação dos Moradores, Comerciantes, Empresários, Párocos e Profissionais Liberais do Bairro de Vila Zelina e Adjacências), criado para celebrar a imigração de povos da Bielorrussia, Bulgária, Croácia, Estônia, Eslovênia, Hungria, Letônia, Lituânia, Polônia, Romênia, Rússia, República Tcheca e Ucrânia à cidade de São Paulo. Na feira é possível experimentar as delícias da culinária local, como o varêniki, a siliótka, o pelimeni e a vodca russa; a bureka e a milina búlgara; pinene knedlik e a becherovka tcheca; o kugelis e o krupnikas lituano; o chachlik húngaro; a bebida fermentada kváss, a torta de maçã verde croata e muito mais. O visitante poderá conhecer, também, os objetos artesanais típicos como as "Matrioshkas" russas, a arte ucraniana em porcelana, a Machetaria búlgara e a arte em madeira e em tecido eslava. Além disso, estará na Feira demonstrações da arte em couro da Romênia, os ovos pintados com motivos eslavos e o diversificado artesanato da comunidade da Vila Prudente.
Recém chegado com outros imigrantes do leste europeu, Corkisco foi para a região do Brás e da Mooca (mais precisamente para a hospedaria dos imigrantes, que é onde todos ficavam quando chegavam ao Brasil) para fazer propaganda das novas terras à venda em um lugar bem próximo, mas bem mais tranqüilo. Como tinha fluência das línguas russa, lituana e polonesa, essas nacionalidades foram as que mais adquiriram um espaço de terra. Devido a semelhança de hábitos e tradições entre imigrantes dos países do leste europeu houve uma harmonia durante sua ocupação dos terrenos de Vila Zelina pro estas famílias compostas por integrantes de comunidades de imigrantes do leste europeu como Bielorrussos, Búlgaros, Croatas, Estonianos, Eslovenos, Húngaros, Letos, Lituanos, Poloneses, Romenos, Russos, Tchecos e Ucranianos. Já quanto a feira, deixamos para o portal “Hoje São Paulo”. A tradicional Feira do Leste Europeu é um evento temático de cultura dos países do lado oriental da Europa realizado mensalmente desde 2008. O evento é um projeto da AMOVIZA (Associação dos Moradores, Comerciantes, Empresários, Párocos e Profissionais Liberais do Bairro de Vila Zelina e Adjacências), criado para celebrar a imigração de povos da Bielorrussia, Bulgária, Croácia, Estônia, Eslovênia, Hungria, Letônia, Lituânia, Polônia, Romênia, Rússia, República Tcheca e Ucrânia à cidade de São Paulo. Na feira é possível experimentar as delícias da culinária local, como o varêniki, a siliótka, o pelimeni e a vodca russa; a bureka e a milina búlgara; pinene knedlik e a becherovka tcheca; o kugelis e o krupnikas lituano; o chachlik húngaro; a bebida fermentada kváss, a torta de maçã verde croata e muito mais. O visitante poderá conhecer, também, os objetos artesanais típicos como as "Matrioshkas" russas, a arte ucraniana em porcelana, a Machetaria búlgara e a arte em madeira e em tecido eslava. Além disso, estará na Feira demonstrações da arte em couro da Romênia, os ovos pintados com motivos eslavos e o diversificado artesanato da comunidade da Vila Prudente.
Feira do Leste Europeu. Fonte: AMOVIZA
LOCALIZAÇÃO
HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO
Das
10h às 17h
Centro de Tradições Nordestinas (Zona
Norte)
Quer
conhecer mais sobre a cultura do nordeste brasileiro, mesmo estando em São
Paulo? Sim, é possível, basta ir ao Centro de Tradições Nordestinas localizado
no bairro do Limão. No site
oficial de turismo da cidade de São Paulo temos que, o Centro de Tradições
Nordestinas, fundado em maio de 1991, é um dos polos de divulgação e
preservação da cultura nordestina, além de ponto de encontro e diversão na
capital. Com uma área de vinte e sete mil metros quadrados,
estacionamento para quatrocentos carros e fácil acesso pela Marginal Tietê, o
Centro ainda tem à sua disposição dez restaurantes e nove quiosques que servem
comida típica nordestina. Os frequentadores também tem acesso à Igreja da
Imaculada Conceição, ao parque de diversões e à loja de artesanato. Além disso,
o CTN também organiza shows e eventos. Em seu palco já se apresentaram grandes
nomes da música brasileira, como Elba Ramalho, Leonardo, Zezé di Camargo e
Luciano, Aviões do Forró, Calypso, entre outros. A cada show o CTN recebe um
público de aproximadamente sete mil pessoas, totalizando ao longo de um mês,
cerca de cem mil.
Comemoração de 25 anos do Centro de Tradições Nordestinas
(CTN) realizada em 2006. Fonte: site
oficial
Comemoração de 25 anos do Centro de Tradições Nordestinas
(CTN) realizada em 2006. Fonte: site
oficial
Quer
saber mais? Veja o vídeo institucional
LOCALIZAÇÃO
HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO
Segunda
à quinta das 12h às 16h
Sexta
e Sábado das 11h às 05h
Domingos
das 11h às 0h
INFORMAÇÕES
Telefones:
(11) 3377-0860/ (11) 3488-9400
Centro de Tradições Gaúchas (Embu das
Artes)
Para
conhecer um pouco da cultura gaúcha sem sair de São Paulo basta ir ao Centro de
Tradições Gaúchas localizado em Embu das Artes há cerca de 23km da capital. O C.T.G. UNIÃO e TRADIÇÃO é
aberto para visitação e quem tiver o interesse de participar dessa grande
família às portas estão abertas, lembrando que não precisa nascer no Rio Grande
do Sul para ser gaúcho e cultivar a tradição. A sede se localiza na cidade de
EMBU das ARTES. Trata-se de um lugar amplo, com linda paisagem, e um grande
galpão onde são realizadas as atividades como danças, encontros e festas. Na
parte externa da sede há uma cancha de Bocha (jogo típico que pode ser jogado
por homens e mulheres de qualquer idade), o fogo de chão (local onde a gauchada
aprecia o chimarrão em volta da fogueira nos dias frios), uma pista para
atividades campeiras.
CTG Embu das Artes. Fonte: site oficial
Destacamos
também a reportagem do Jornal da Gazeta mostrando o pulsante CTG de Embu das
Artes.
LOCALIZAÇÃO
HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO
Domingo
o dia todo
INFORMAÇÕES
Telefones:
(11) 4526-1594|95398-8059|4704-6845
Facebook: CTG União e
Tradição






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